Os reenvio la note escrita por Dani Reus, Director de Gospel Factory, y aprovecho para convocaros a todos!
Abrazos de corazón
Kesia
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Hola!
Muchos de vosotros conoceréis a Kesia y a los que no la conozcan solo comentaré que es una buenísima cantante y sobretodo una estupenda amiga que desde hace tiempo tiene una muy buena carrera y que durante unos cuantos años formó parte de Gospel Factory.
Ella y su familia están pasando por un momento delicado, ya que en estos días ha fallecido su padre de una forma inesperada en un hospital de Brasil, y se han encontrado con la difícil situación de traer su cuerpo para enterrarlo en su país, España.
Gospel Factory atendiendo al S.O.S. de un miembro de nuestra "family" hemos decidido ayudar de la forma que mejor sabemos hacer y que está en nuestra mano y hemos organizado un concierto de urgencia para recaudar fondos y poner nuestro granito de arena en esta causa y de paso encontrarnos con amigos, y gente dispuesta a pasar un buen rato escuchando a Kesia y mucho gospel (además estrenaremos algunos temas nuevos de esta temporada!).
Así que anímate y este domingo no te quedes en casa, ven a disfrutar de una GOSPEL EXPERIENCE!!
Un abrazo.
Dani Reus, director de Gospel Factory
jueves, 4 de noviembre de 2010
viernes, 22 de octubre de 2010
Seré la sal de la tierra...
Seré la sal de la tierra, aunque sea a través de mis lágrimas..
SINCERIDAD… la sinceridad me hace vulnerable, la vulnerabilidad me hace libre.
Libre de mi mismo, libre del rencor, libre del miedo… ¿libre?
Y es que te he escrito tantas canciones… ¿Lo sabes? , ¿Sabes que a pesar del tiempo sigues siendo tú?
…Pero por más que sueño… no puedo olvidar que no te supe amar, cuando era el momento…
….¿Donde estás?... Miedo de que se pierdan como en el viento, los sueños, el tiempo…
Continuará....
Continuará....
jueves, 21 de octubre de 2010
sábado, 2 de octubre de 2010
jueves, 26 de agosto de 2010
Lágrimas de sal...
Puede ser.. vivir sea para valientes, que reconstruyen su camino, con sus lágrimas de sal..
jueves, 19 de agosto de 2010
Deep River...
Escuchar cosas asi, me hace pensar en lo pequeños que somos, en lo pasajero de nuestra realidad...
Escutar coisas assim, me faz pensar no pequenos que somos, e o passajeria que é a nossa realidade...
Escutar coisas assim, me faz pensar no pequenos que somos, e o passajeria que é a nossa realidade...
miércoles, 18 de agosto de 2010
Contexto
Hoje quero falar sobre o contexto.
(1: Entorno linguístico do qual depende o sentido e o valor de uma palavra, frase ou fragmento considerados. 2: Entorno físico, ou de situação, já seja político, histórico, cultural ou de qualquer outra índole, no qual se considera o fato.)
Uma frase cobra vida de maneira arrasadora, quando a lemos fora do seu contexto. Toda frase tem mil vidas, mil personalidades, mil situações. Inclusive todo texto em seu “contexto” tem a sua personalidade de hoje pra amanha. Comprovamos isso quando lemos ou escrevemos um texto, significa no momento um sem fim de coisas que mudam de um dia pro outro. Algo que ontem lhe pareceu uma obra de arte, hoje pode lhe parecer simples e sucinto, e vice versa. Que objetividade tão enganosa temos, incapazes de ver as coisas desde um ponto de vista neutral. Sempre, e digo SEMPRE, estamos influenciados pelas nossas impressões, sensações e emoções. Me faz pensar que o contexto de tudo, somos nos mesmos, porque nunca seremos capazes de ver ou perceber algo desde uma outra dimensão, desde o contexto virgem do escritor, compositor, criador. Igualmente, o Criador de uma obra é incapaz, em outro momento,de perceber a cem por cento a dimensão de sensações que a sua obre lhe produz ao ser criada. Somos seres criadores de sensações, inconscientes, incontáveis, insaciáveis. Criamos em todo momento, sentimentos que influenciados por uma imagem um sonido, um cheiro, se reproduz, é infinito.
Contexto:
O contexto é irreal, não existe, é parcial,é subjetivo sempre, é um engano do nosso “intelecto” que zomba si mesmo quando cremos e afirmamos coisas que são improváveis.
E adoro, a capacidade que temos de nos recriar, de nos enganar sem mentiras, saber que “nada está escrito” me produz muita satisfação. Porque somos seres criadores o tempo todo. Hoje por exemplo, lendo uma das frases do livro que estou escrevendo há vários anos, uma delas se levanta com majestoso protagonismo e me quebra toda.
Me faz pensar na minha tia... me lembra as últimas palavras que ela me disse (escreveu), e veste a sua ação com total atrevimento. -Era um risco triste também, como de quem sabe que se vá, e sabe que tem que passar os dias para que as coisas madurem e se assentem-

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Que perigosa é a relatividade, e que perigosa uma verdade absoluta. Que perigosa é uma imposição, e que perigosa nossa liberdade sem limites.
Espero que sejamos capazes de errar quantas vezes sejam necessárias, para que entendamos que, com a facilidade que criamos, destruímos. Que com a facilidade que nascemos, morremos. Que somos pó, e que também possuímos a maior força do universo.
Tia descansa em paz.... Até a próxima
(1: Entorno linguístico do qual depende o sentido e o valor de uma palavra, frase ou fragmento considerados. 2: Entorno físico, ou de situação, já seja político, histórico, cultural ou de qualquer outra índole, no qual se considera o fato.)
Uma frase cobra vida de maneira arrasadora, quando a lemos fora do seu contexto. Toda frase tem mil vidas, mil personalidades, mil situações. Inclusive todo texto em seu “contexto” tem a sua personalidade de hoje pra amanha. Comprovamos isso quando lemos ou escrevemos um texto, significa no momento um sem fim de coisas que mudam de um dia pro outro. Algo que ontem lhe pareceu uma obra de arte, hoje pode lhe parecer simples e sucinto, e vice versa. Que objetividade tão enganosa temos, incapazes de ver as coisas desde um ponto de vista neutral. Sempre, e digo SEMPRE, estamos influenciados pelas nossas impressões, sensações e emoções. Me faz pensar que o contexto de tudo, somos nos mesmos, porque nunca seremos capazes de ver ou perceber algo desde uma outra dimensão, desde o contexto virgem do escritor, compositor, criador. Igualmente, o Criador de uma obra é incapaz, em outro momento,de perceber a cem por cento a dimensão de sensações que a sua obre lhe produz ao ser criada. Somos seres criadores de sensações, inconscientes, incontáveis, insaciáveis. Criamos em todo momento, sentimentos que influenciados por uma imagem um sonido, um cheiro, se reproduz, é infinito.
Contexto:
O contexto é irreal, não existe, é parcial,é subjetivo sempre, é um engano do nosso “intelecto” que zomba si mesmo quando cremos e afirmamos coisas que são improváveis.
E adoro, a capacidade que temos de nos recriar, de nos enganar sem mentiras, saber que “nada está escrito” me produz muita satisfação. Porque somos seres criadores o tempo todo. Hoje por exemplo, lendo uma das frases do livro que estou escrevendo há vários anos, uma delas se levanta com majestoso protagonismo e me quebra toda.
Me faz pensar na minha tia... me lembra as últimas palavras que ela me disse (escreveu), e veste a sua ação com total atrevimento. -Era um risco triste também, como de quem sabe que se vá, e sabe que tem que passar os dias para que as coisas madurem e se assentem-
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Que perigosa é a relatividade, e que perigosa uma verdade absoluta. Que perigosa é uma imposição, e que perigosa nossa liberdade sem limites.
Espero que sejamos capazes de errar quantas vezes sejam necessárias, para que entendamos que, com a facilidade que criamos, destruímos. Que com a facilidade que nascemos, morremos. Que somos pó, e que também possuímos a maior força do universo.
Tia descansa em paz.... Até a próxima
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